domingo, 16 de novembro de 2008

MANUTENÇÃO

Olá para os poucos leitores que costumam acompanhar o mentor digital, venho por meio dessa mensagem informar que o blog está passando por uma manutenção. Mas não se preocupem, não tardará para que eu volte a postar
Atenciosamente, Cáspio.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Maconha, sem rodeios.


Dizer que a legalização da maconha seria a salvação da humanidade é errado, mas também não podemos ser hipócritas a ponto de dizer que não iria trazer benefícios ao próprio homem. Grandes avanços foram dados na Idade Média graças a ela, a fibra que era retirada do caule da erva foi essencial na construção de embarcações, cordas e tecidos, que foram ferramentas essenciais para a descoberta da América. Cristóvão Colombo atravessou o Oceano Atlântico com 80 toneladas de cânhamo que foram utilizadas na construção de sua caravela.

Dizer que a maconha não faz mal à saúde seria uma estupidez, mas seria também estupidez afirmar que uma pessoa acometida pelo câncer e faça quimioterapia – sofrendo os piores enjôos e dores – afirme que, mesmo tendo outras drogas a seu dispor para evitar seu sofrimento, a Cannabis é a que obtém os melhores resultados? Ou ainda com uma pessoa que sofre de esclerose múltipla (doença degenerativa) e vive com seus fortes espasmos musculares e tem seu sistema urinário e gastrintestinal funcionando de maneira deficiente afirma que o sofrimento só é amenizado usando a erva. E as mulheres que sofrem com terríveis cólicas menstruais também podem usar a Cannabis como analgésico para apaziguar o sofrimento.

O preconceito quanto à utilização da maconha ainda é muito grande no Brasil, mas muitas pessoas ainda não sabem o porquê, pessoas que têm sua opinião facilmente manipulada por quem faz a informação. A maconha é proibida no Brasil por pura questão ideológica. Ao buscarmos nossa igualdade em relação a nossos irmãos norte-americanos, copiando vários aspectos e regras de sua sociedade, nem a maconha escapou, ela é proibida também por preconceito. Preconceito contra os negros, escravos e povos asiáticos que usavam a erva para fins relaxantes e medicinais. Foi mais fácil assim, deixar de estudar quais seriam os reais efeitos e o que seria bom e mal, e qual opção seria melhor entre álcool e maconha, deixando todas essas questões de lado e apenas seguindo o procedimento de copiar a cultura dos Estados Unidos, que já tinha definições de o que era legal e ilegal em sua constituição o uso da maconha continua proibido.


Além do uso popular, a maconha ainda tem muitas outras utilidades: a produção de papel e tecido, através da fibra do cânhamo, além de plásticos e medicamentos. Com isso todos sairiam ganhando, a Evolução, a População e o Governo, já que teria recolhimento de impostos. Quanto à legalização para usuários o governo também teria sua parcela de lucro, desde quando fosse legalizada, passaria a fazer parte da receita do Governo e não do tráfico. Seria preciso também que se criasse um núcleo para quem futuramente quisesse abandonar o vício, assim como o “Disque Deixe de Fumar” visível em todos os maços de cigarro atualmente.


Por que não adotar medidas como a Holanda que, na década de 70, autorizou lojas de café a comercializar a “erva”, tirando-a das mãos dos traficantes e dificultando o acesso a outras drogas, como a heroína, cocaína, que tiveram seu número de usuários reduzidos, pois só seriam encontradas no tráfico. A legalização da maconha seria uma das soluções para o problema do tráfico e do preconceito, pois o preconceito contra o usuário já está expresso desde o momento em que ele vai buscar a droga em “quebradas e baixadas” e corre o risco ainda de não achar a sua “erva” e de sair de lá com outra droga, muito mais pesada que seria oferecida pelo traficante. Com a legalização da maconha, o tráfico só seria procurado por quem fizesse o uso dessas drogas pesadas, pois a maconha poderia ser comprada em bares, ou em qualquer estabelecimento próprio.


E o que dizer do solo do Nordeste? Atualmente pouco se planta na área mais quente do País, área que poderia ser melhor utilizada, pois possui a melhor condição para o cultivo da planta. Com a legalização, a maconha não estaria tirando o espaço destinado à plantação de alimentos, já que estaria sendo plantada em uma área que pouco ajuda com essa demanda de recursos. E olha só... biocombustível de maconha? Assim a monocultura da cana perderia um pouco do seu espaço também e o solo não sofreria as consequências que apenas o cultivo da cana pode expor.


Alternativas são dadas para serem estudadas. Já foi a época em que buscávamos nos igualar a uma nação de ponta e copiar seus hábitos. Hoje já temos a consciência e certeza que podemos ser mais. Não podemos culpar os Estados Unidos por não terem legalizado a droga em seu território, para, conseqüentemente copiarmos sua ilegalidade, a culpa é mesmo do Brasil, que, historicamente sofre com a falta de audácia e imaginação. Estamos acostumados a trilhar um caminho autorizado pelos outros e deixamos de apontar nosso próprio caminho. O principal obstáculo para isso é nossa falta de clareza e de confiança sobre a nossa originalidade coletiva, o nosso papel no mundo.



quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Olá, eu ainda sou realidade!


Estamos enfrentando duras realidades esse ano. A Crise Econômica prevalece soberanamente como a maior preocupação do ano. O mundo inteiro está acompanhando a Crise e também a corrida presidencial nos Estados Unidos, pois de lá pode sair a solução dos problemas que estão em pauta atualmente, pelo menos essa tem sido a promessa dos presidenciáveis norte-americanos. Obama promete um mundo melhor, enquanto McCain dispara que o socialismo de Obama pode beneficiar o mundo, mas afetará drasticamente os E.U.A. Mas uma coisa é certa, quem assumir o posto terá um grande abacaxi para descascar. Não apenas em relação à Crise.

A preocupação com a Crise dos Créditos têm sido tanta que acabamos nos esquecendo do problema maior que, se não for resolvido o mais rápido possível não nos dará oportunidade para resolver os problemas menores: O Aquecimento Global. Há quanto tempo isso deixou de nos preocupar? À mim, nunca. O quadro atual do aquecimento global se encontra da seguinte maneira, hoje os riscos são: Extinção de 25% dos mamíferos, a temperatura do Outono no Ártico está 5º acima do normal, recorde, em conseqüência da grande perda de gelo oceânico nos anos recentes, que permite maior aquecimento do oceano, a migração dos animais para altitudes maiores e montanhosas em busca de uma temperatura menor, dengue na Europa devido ao aumento da temperatura, suficientemente ideal para o mosquito e o aumento do nível do mar em regiões litorâneas. O que fazer para desacelerar os efeitos do aquecimento?


Conscientização e atitude são o diferencial, por mais que se comente e debata o assunto, poucas pessoas agem para que os efeitos se revertam enquanto é tempo. A demanda por recursos na Terra supera a oferta em mais de um terço e em 30 anos o mundo precisará de DOIS planetas Terra para manter o estilo de vida atual dos habitantes. Alarmante, não? Os países com o maior impacto no planeta são os Estados Unidos e a China, que, juntos, representam cerca de 40% da pegada ecológica do mundo, esses países são devedores ecológicos, enquanto o Brasil é credor ecológico já que possui mais recursos do que consome, e ainda ajuda os devedores com sua biocapacidade. O que adianta quando os Governos se reúnem e criam programas para a reversão do quadro, enquanto a maioria das pessoas não colaboram?


Ser auto-sustentável é nossa obrigação. Vejamos aqui algumas maneiras de se alcançar a auto-sustentabilidade, se não pudermos ajudar o mundo pelo menos a nossa consciência estará salva.


Na hora das compras procure tapetes e cortinas de fibras naturais feitos de forma ecologicamente sustentável, adquirir roupas ecologicamente corretas (algumas grifes como a Levi’s possuem em sua coleção a linha ECO), dar preferência a alimentos produzidos o mais perto possível de sua região e dispensar sacolas de plásticos, passe a usar sacolas ecológicas.


Na sua casa troque as lâmpadas incandescentes por lâmpadas frias, espalhe plantas, faça rascunho com o verso dos papéis que chegam pelo correio ou que já foram utilizados, não deixe eletrodomésticos na tomada ou em modo standby, só ligue a máquina de lavar roupas quando as roupas sujas forem o suficiente para encher o tanque, assim como o ferro de passar, em vez de usar o esguicho para a limpeza, use um balde, regue as plantas com sua urina (que é um ótimo fertilizante), amarre as plantas com fio dental usado e abra as cortinas para aproveitar a luz do dia. Se morar em apartamento, use o elevador o mínimo possível.


No banheiro feche a água enquanto se ensaboa ou escova os dentes, tomar banho com um balde entre os pés, essa água pode ser reutilizada na descarga (10 litros para mandar embora um xixizinho é muito) e coloque uma garrafa pet cheia de água dentro da caixa de água do vaso sanitário, isso propiciará uma economia de dois litros por descarga.



Na Cozinha reutilize a água que cozinhou os legumes para preparar arroz, macarrão ou carne, utilize as cascas de frutas e legumes para fazer sucos ou bolinhos, não use detergentes que não sejam biodegradáveis, ou apenas use sabão, não jogue o óleo de cozinha na pia, leve até um supermercado que o recicle para fabricar sabão e evite copos descartáveis.


Vendo essas medidas pensamos ser impossível alcançar a sustentabilidade, mas não é, uma pequena parcela da sociedade já adota certas medidas em prol do mundo, pequena parcela que não fará diferença nenhuma se agir sozinha. Tente seguir essas medidas por pelo menos 15 dias. Fiz questão de deixar um ponto de fora para sua mente pensar positivamente: Você não precisa parar de comer carne... mas se quiser, ajuda também. Achou que eu iria me esquecer? Plante uma árvore!


sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Viva a coragem do Ser Humano?


Esse flagra foi único! O informativo inglês Mail Online fotografou algo que normalmente quebraria a rotina do cotidiano de qualquer um, um homem consertando o seu ar-condicionado sem nenhum tipo de equipamento, do 16º andar de um prédio. É até questionável a insanidade da pessoa em evitar o medo como conselheiro em uma situação como essa, mas justiça seja feita, o cara é corajoso! Agora só resta saber se ele entende de ar-condicionados... ou, não descarto essa hipótese, um brasileiro vivendo na Rússia, com o samba ligado e torcendo que Deus dê uma forcinha na situação, que de tão lamentável fez com que o amigo usasse uma carguinha extra para dar um empurrãozinho no trajeto do ar-condicionado 16 andares abaixo: seu corpo. Falta de torcida do repórter não foi!
Melhor acreditar que o cara manja muito em lei da gravidade de Isaac Newton e calculou todas as hipóteses de o aparelho cair com a força do vento direcionada na janela de seu quarto, que a prática mostrou ser zero e havia calculado a ação após muitos rascunhos de contas perdidos na lixeira. Pegando uma frase emprestada de Newton: Se eu vi mais longe, foi por estar de pé sobre ombros gigantes. É, mas em outro chá de idéias com Isaac foi me passada outra frase: Eu consigo calcular o movimento dos corpos celestiais, mas não a loucura das pessoas. Digo que foi o estopim para a revisão de meus conceitos.
Brincadeiras à parte... você faria? Talvez pensando na hipótese de testar a sorte contra o olhar apurado de um jornalista à espera de algo noticiável... menos ainda!

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Analfabetismo. O Sistema já colabora o suficiente.




O analfabetismo é pautado em debates há muito tempo, mas ainda não foi possível criar algum tipo de programa que realmente diminuísse o grau de analfabetismo no País. Como alguns sabem, o analfabetismo começou a tomar proporções maiores com a Revolução Industrial: a burguesia procurava uma visão mais realista e funcional para a produção, o que foi possível com as Indústrias, que transformaram o trabalho humano em um processo mecânico. Tudo para atingir os interesses e objetivos da burguesia, apenas.
E hoje o problema não tem sido diferente, porém em estágio mais avançado. Hoje não é apenas a burguesia quem tem interesses para que o resto continue analfabeto ou não tenha o devido aprendizado no processo de educação, mas também o Governo, a Mídia de Massa, religiões, tudo para que o sistema continue o mesmo: Uma grande parcela da sociedade trabalhando para que essa pequena parcela continue a poder usufruir de todos os direitos e futilidades possíveis que a História os proporcionou. Tudo, sem que a grande parcela tenha a capacidade de questionar ou mesmo pensar em quais fundamentos foram utilizados para que a sociedade se transformasse no que é hoje. Um aglomerado de pessoas facilmente manipuláveis.
Não é errado dizer que o analfabetismo começa com a educação que a pessoa recebe em casa. Atualmente crianças com 13 e 14 anos já têm filhos – isso mesmo, crianças que deveriam estar estudando, para depois pensar em criar filhos – e acabam fazendo com que os brinquedos de antigamente, consequentemente, evoluam. Crianças que antes brincavam com bonecas e bonecos, hoje já cuidam de bonecos que acabam interagindo inteiramente com elas, os bebês, mas essas crianças não têm a consciência e senso auto-crítico necessários para saber que o seu boneco de hoje precisa de cuidados especiais e está triste. Se essa mãe não conseguiu buscar o futuro dela, quem dirá o de seu filho. O pior é sentir que o Governo acaba até gostando dessa idéia e cria os bolsas-famílias básicos da vida.
Assim como no auge do industrialismo em que barcos com uma tripulação lotada ancoravam em nossos portos, com mais mão de obra analfabeta para o trabalho braçal e pesado seja na indústria, ou colhendo matéria-prima para ela, hoje ainda chegam muitos ônibus lotados do norte e do nordeste, lugares onde o analfabetismo se destaca, para trazer mão-de-obra qualificada para horas e horas de serviço ininterrupto na colheita de cana.
Sinal que o Sistema ainda funciona, e muito bem. Mas minha preocupação com esse texto, além de expor aspectos do analfabetismo é também deixar uma pergunta: O que será dos analfabetos no futuro? Talvez eles não tenham conhecimento, mas a máquina é um grande substituto para o trabalho que, hoje, é feito por eles.
Eu sei, ninguém se preocupa com isso além das pessoas que detém o poder, o melhor é deixar que eles resolvam essa questão mais uma vez, hoje em dia eliminar seres-humanos desqualificados não é problema.

Momento Eloá... Quem?


Bom, não é novidade ver textos e reportagens sensacionalistas em relação ao caso Eloá durante a semana. Todos estão revoltados, sensibilizados e à procura de justiça. Eu também... Não em relação ao que aconteceu com Eloá, mas em relação ao que está acontecendo com a Mídia. Tudo bem quando dizem que a imprensa precisa apurar os fatos e noticiar, mas tomar partido, fazer uma entrevista ao vivo com o seqüestrador e sequestrada, palpitar e pressionar ações policiais, aí já é demais. Será que ninguém tem um pouco de senso-crítico para imaginar que na casa em que Lindemberg fazia seus reféns poderia ter uma TV? Só o Status de celebridade pelo tempo que ele ficou no ar, ao vivo e em reportagens especiais já lhe rendeu mais do que ele queria ao entrar na casa, e se for verdade mesmo que Eloá pediu que Nayara voltasse, eu não acharia exagero dizer que ela também estava gostando disso e que quando saíssem de lá, as duas seriam aclamadas e teriam seus nomes no noticiário durante semanas... Isso aconteceria de qualquer jeito, não do jeito que ela esperava.

Lindemberg entrou naquela casa por alguma razão e com algum objetivo, isso é fato, mas o que será que a mídia viu demais nesse caso para dar tanta ênfase assim? Será que a batalha política entre os policiais civis e militares, que tiveram grande importância para o mal desfecho dessa situação também fez com que a mídia se aproximasse do caso, para ver como a PM se sairia sem o auxílio da Civil? Se for isso, eu vou começar a pensar que a Mídia também possue certos interesses em relação à essa batalha que foi travada.

Não quero defender Lindemberg, até porque não existe Deus na terra que possa fazer isso, mas, como um garoto sem passagem pela polícia, que sempre ajudou sua família, poderia “surtar” de repente ao ponto de fazer algo assim. Exagero dizer que Eloá tem alguma culpa? Isso mesmo, a Eloázinha que não está mais aqui. Bom, ele fez toda a cagada dele e está sendo julgado e justiça seja feita, tomara que ele não cumpra 1/6 da pena para depois passar o resto do tempo em condicional. Já que a mídia pegou tanto no pé desse caso, que vá até o final. Tomara que isso não caia no esquecimento de todos, que só se preocupam mesmo quando algo assim acontece e, quando a poeira baixa, nenhum dos milhares de protestantes que saíram sensibilizados e revoltados na rua se lembrarem do desfecho. Que a Mídia reveja seus valores e deixe de pressionar acontecimentos para fechar a Edição de Domingo.

Não podemos deixar que um único acontecimento mude o rumo do mundo e que todos se esqueçam que ainda existe algo mais acontecendo, a tal da história que o mundo continua girando... E dá voltas! Não podemos deixar que a mídia continue influenciando nossa mente e maneira de pensar desse jeito, é preciso que nós nos conscientizemos em relação ao valor das coisas e nossos reais interesses. Caso contrário a mídia prevalecerá. Guardem suas placas e faixas, ainda virão muitas Eloás, Isabelles e João por aí.

Pessoalmente, tudo o que eu espero do caso Eloá é que o pai dela seja preso e que a absurda quantia de 2 milhões de reais não seja dada à Nayara... até merece menos, que é isso, quero ser seqüestrado também...

Como se resolve um sequestro na China

( Tá rolando na NET, não resisti.)

Veja esse caso de sequestro na China. Por causa de um recado num famoso site de relacionamentos chinês, um homem invade um apartamento em um bairro pobre de Pequim, e faz 2 jovens como reféns. Poucos minutos depois a polícia chega, junto com a imprensa.



Ele faz 3 exigências, os policiais pedem calma.


O negociador se aproxima.


O negociador se posiciona para falar com o sequestrador



Começa a negociação.


Exigências do sequestrador atendidas, fim de negociação.


Nesse momento, o sequestrador já está sentado no colo do capeta.

Apesar da violência, em menos de 30 minutos a polícia chinesa liberta os refêns, que não sofreram nenhuma agressão física. Se os policiais não tivessem feito nada, o homem teria mantido os reféns por quase 1 semana. A imprensa inundaria os telejornais de informações sensacionalistas. Talvez o sequestrador até teria dado uma entrevista para uma certa apresentadora escrota e sem noção, em algum programa de baixo nível qualquer. Possívelmente as vítimas acabariam feridas ou mortas pelo bandido, que pegaria alguns anos de prisão, mas sairia em condicional após cumprir 1 sexto da pena, por ser réu primário.

Qualquer semelhança com algo que você tenha visto recentemente é mera coincidência.