segunda-feira, 30 de junho de 2008

América do Sul... unida ?


O fanatismo nacionalista é algo bom ou ruim?
Alguns pensam em um mundo em que os continentes possam ser uma única bandeira em que um representante de cada região formaria um conselho, em que as decisões sobre o quê deveria ser decidido para o continente fosse decidido por esse conselho, enquanto existem opiniões diferentes entre os governantes e que tornam essa utopia um obstáculo, se negando a aceitar acordos propostos para uma unificação entre diferentes culturas e povos.
Com a globalização surge a necessidade de os países se unirem em blocos econômicos, decidindo entre si as atitudes a serem tomadas para o governo ideal por um desenvolvimento sadio para seu território. Teoricamente seria isso. Normalmente, o que vemos na América do Sul não tem retratado bem o espírito de união entre os governos. Países que ainda não possuem democracia plena fazem parte do Mercosul, o que dificulta e muito o trabalho com o mundo exterior, dado pela censura que ainda faz parte da filosofia de certos governos sul-americanos, dificultando uma opinião formada até mesmo por parte de seu povo, ponto essencial para quem pensa em levantar com orgulho uma bandeira bem-sucedida.
Quem hoje pensa na possibilidade de uma união maior entre os governos sul-americanos precisa ter em mente a dificuldade em que se encontra o governo interno de cada país, onde decisões e iniciativas que parecem acontecer com mais naturalidade em países europeus, dado pela facilidade ao acesso que as pessoas tem à informação, e pela maior facilidade que as pessoas têm em se expressar e lutar por investimentos e iniciativas por parte de seus governantes, acontecem com menos freqüencia por aqui, devido a exatamente a maneira como o poder é assimilado pela mente de nossos representantes.
Se as pessoas pudessem ter ao menos um pouco mais de poder de decisão o que já não é mais impossível com os avanços de nossos tempos, talvez estariamos um passo à frente, já que podemos perceber com olhos humildes que as coisas têm andado pelo caminho errado.

Enquanto isso não acontece aguardamos as decisões de nossos representantes.

4 comentários:

Kenia Maciel disse...

Grandes figuras sul-americanas, jamais terão olhos humildes pra seus próprios erros. É tão mais fácil aponta-los no próximo e tomar estatais, não é?


Beijo Apo!

Wellington disse...

Jamais foi unida a América do Sul como você mencionou, foi criado a Mercosul em forma de tentar unir os países mais "desenvolvidos" para tentar suprir a visão negativa do mundo sobre nós e nada mais que a ganância de um ser melhor que o outro. Complicado viver em 1 continente tão fraco sendo que podemos ser uma grande potencia.
Muito bom o texto, parabéns irmão !

Rivaldo R.Ribeiro disse...

Olá Jovem amigo. Estou dando uma passadinha por aqui para meu comentário. Às vezes eu fico pensando o que esta havendo conosco? Sem ser fanático, mas acredito em Deus e na Bíblia. A religião pode ser um controle das massas, mas o ser humano é um ser que precisa de controle, não temos instinto mas temos ganância, a nossa inteligência em muitos casos atrapalha, veja o que aconteceu com a invenção dos carros?(Ultimo Post no meu Blog Aldeia mundus fala do primeiro carro, energia nuclear etc.).
Imagina se não houvesse o controle pela fé em Deus, como estaríamos? Notamos que todos os acontecimento atuais convergem em varias profecias Bíblicas. É o que penso e acredito, a humanidade se perdeu.
Os efeitos climáticos estão descontrolados, os governos tentam melhorar com atitudes que pioram ainda mais. Voltar ao antigo carro de boi e a lamparina a querosene? Seria a solução. Como isso não é possível acho que estamos perdidos. O mundo está saturado. O desenvolvimento da forma que conhecemos está sem fronteiras, se continuarmos vai nos levar a dar o ultimo passo para o abismo.

Precisamos mudar radicalmente o modo de vida, pois segundo a ONU temos apenas 7 anos para resolver isso.

Só Deus para nos ajudar, apenas Ele.

Um grande abraço, meu jovem amigo.

PAZ E BEM, por falar nisso São Francisco enxergou isso no ano 1227.

Acho que fugi um pouco do tema do seu texto, enfim...

Rivaldo.

Anônimo disse...

intiresno muito, obrigado